Seller House, Notíciais

Quais aprendizados do Fórum E-Commerce Brasil 2026 ajudam sua operação?

Equipe da Seller House reunida no estande durante o Fórum E-Commerce Brasil 2026

Aconteceu o Fórum E-Commerce Brasil 2026, e a Seller House não poderia ficar de fora. Mas, desta vez, nossa participação teve algo diferente: em outros anos, o time da Seller acompanhou o evento como participante. Em 2026, estivemos presentes com estande próprio.

Foram três dias de conteúdo, negócios e discussões sobre o mercado digital, reunindo algumas das principais empresas, plataformas e profissionais do e-commerce.

O evento aconteceu nos dias 28, 29 e 30 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Além de acompanhar palestras e painéis, nosso time teve a oportunidade de conversar diretamente com sellers, clientes, parceiros, marketplaces e profissionais que vivem o e-commerce no dia a dia.

Foi uma experiência de muito aprendizado para todo o time. Por isso, reunimos neste conteúdo o que mais chamou nossa atenção no Fórum e, principalmente, quais aprendizados podem fazer diferença para quem vende em marketplaces.

Neste conteúdo, você vai ver:

  • Por que o Fórum E-Commerce Brasil é tão importante?
  • Como foi a participação da Seller no Fórum?
  • Por que participar do Fórum E-Commerce Brasil?
  • Quais foram os principais aprendizados do Fórum?
  • O que todos esses aprendizados têm em comum?
  • O que a Seller espera dos marketplaces depois do Fórum?

Se você quer entender o que está mudando no mercado dos marketplaces e o que realmente merece entrar no radar da sua operação, continue a leitura.

Por que o Fórum E-Commerce Brasil é tão importante?

O Fórum E-commerce Brasil é o maior evento de e-commerce da América Latina e um dos principais pontos de encontro para quem acompanha de perto as transformações do comércio digital.

A edição de 2026 reforçou ainda mais essa dimensão ao registrar os maiores números da história do evento. Além do volume de participantes, a programação reuniu lideranças de marketplaces, varejistas, empresas de tecnologia e outros setores que influenciam diretamente os rumos do e-commerce.

Panorama do Fórum E-Commerce Brasil 2026
62.336Participantes
39%C-levels, founders, sócios e diretores
703Palestras
813Palestrantes
+478 horasConteúdo ao vivo
+2,1 milhõesConexões pelo Match Online
+R$57 milhõesGerados nas rodadas de negócios
206Reuniões internacionais

Os números mostram a dimensão desta edição e ajudam a entender por que tantas discussões importantes para o futuro do e-commerce aconteceram no Fórum.

Quer conhecer mais sobre o evento?

Como foi a participação da Seller no Fórum?

Durante o evento, nosso espaço recebeu sellers, clientes, parceiros e profissionais do mercado. Também distribuímos nossos brindes, como os copos rosas, folders e figurinhas da Seller, fortalecemos parcerias e aproveitamos cada oportunidade para conversar com quem enfrenta diariamente os desafios de vender em marketplaces.

A experiência ainda rendeu diferentes registros com nosso time, nossa influenciadora, clientes e parceiros.

Ter um espaço dedicado à Seller tornou nossa participação ainda mais completa. Além de acompanhar o conteúdo do evento, pudemos receber o público, apresentar nosso trabalho e conhecer de perto diferentes realidades de quem opera marketplaces todos os dias.

Foi uma oportunidade de mostrar o que fazemos e, principalmente, ouvir o mercado. Essas conversas trouxeram novas perspectivas sobre desafios, oportunidades e decisões que fazem parte da rotina dos sellers.

Por que participar do Fórum E-Commerce Brasil?

Para quem trabalha diretamente com e-commerce e marketplaces, participar de um evento desse porte vai além de descobrir tendências.

O principal valor está em ter contato com experiências reais do mercado e conseguir comparar o que acontece dentro da própria operação com aquilo que outras empresas, plataformas e profissionais estão testando.

Entre os principais ganhos estão:

Conteúdo especializado

Aprender com cases, estratégias e experiências de empresas do setor

Novas tecnologias

Conhecer soluções que já estão sendo aplicadas no comércio digital

Visão de mercado

Identificar assuntos que estão ganhando relevância

Networking

Conversar com marketplaces, sellers, empresas e profissionais do setor

Novos negócios

Criar conexões que podem evoluir para projetos e parcerias

Para a Seller House, esse contato direto com o mercado foi uma das partes mais valiosas da experiência. As conversas com sellers, parceiros e empresas ajudaram a aproximar as discussões dos palcos da realidade de quem está operando marketplaces todos os dias.

Essa participação também ganhou destaque fora do evento. O Maringá Post publicou uma matéria sobre a presença da Seller House representando Maringá no Fórum E-Commerce Brasil 2026.

Quais foram os principais aprendizados do Fórum?

Com centenas de palestras e assuntos diferentes, seria impossível trazer tudo para este artigo. Por isso, fizemos uma curadoria dos temas que consideramos mais próximos da realidade dos sellers.

As apresentações selecionadas abordaram assuntos diferentes, mas todas trouxeram mudanças que podem afetar diretamente a forma de vender, administrar a operação e tomar decisões nos próximos meses e anos.

A seguir, reunimos os pontos que mais chamaram nossa atenção.

Crescimento das pequenas empresas

Palestrante: Ivan Tonet (Gerente adjunto da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional).

Vender online já não é o principal desafio para muitas micro e pequenas empresas. Agora, a atenção está em sustentar o crescimento, diversificar os canais de venda e acompanhar indicadores que ajudem a tomar decisões melhores.

Muitas empresas já conseguiram entrar no digital, mas ainda encontram dificuldades para transformar essa presença em uma operação estruturada e preparada para crescer no longo prazo.

É nesse cenário que novos canais também começam a ganhar espaço. O TikTok Shop, mesmo sendo recente no Brasil, já aparece entre os marketplaces utilizados pelos pequenos negócios, ao lado de plataformas consolidadas como Mercado Livre, Magazine Luiza e Amazon.

Reforma tributária

Palestrante: Lucas Ribeiro (CEO e fundador da ROIT).

A reforma tributária pode trazer impactos que vão além da área contábil. Para quem vende online, as mudanças também podem atingir diretamente precificação, fornecedores, capital de giro e saúde financeira da operação.

Um dos principais pontos de atenção está na formação dos preços. Simplesmente manter o valor atual e acrescentar a nova tributação pode gerar uma precificação inflacionária, tornando necessária uma revisão da composição dos custos junto aos fornecedores.

Os créditos tributários também ganham importância nesse cenário, já que passam a depender do recolhimento efetivo do imposto pelo fornecedor. Na prática, isso aumenta a necessidade de controle sobre parceiros, pagamentos e fluxo financeiro.

Dados mais rápidos

Palestrante: Felipe Toazza (Vice-presidente de Tecnologia da MadeiraMadeira).

Na MadeiraMadeira, o uso de dados em “tempo quase real” passou a ajudar a identificar e corrigir problemas com mais rapidez.

A empresa reformulou sua estrutura de tecnologia para deixar de atuar apenas depois que uma falha acontece e conseguir antecipar problemas ao longo da cadeia de suprimentos.

Na prática, as informações logísticas passaram a ter um atraso médio de apenas 15 minutos. Isso permite identificar divergências ainda durante o descarregamento e agir antes que o problema chegue ao consumidor.

Em casos de móveis ou produtos fracionados, por exemplo, um envio trocado pode ser identificado e corrigido durante a própria rota, reduzindo custos com devoluções, reentregas e cancelamentos.

Afiliados

Palestrantes: Representantes do TikTok Shop, Meta e Creators convidados.

Com o avanço do social commerce, os afiliados estão assumindo um papel maior dentro da jornada de compra. Mais do que divulgar links, eles ajudam o consumidor a descobrir produtos por meio de conteúdo, demonstrações e recomendações.

Nesse modelo, a força do creator está na capacidade de selecionar produtos que realmente façam sentido para sua audiência. Por isso, a estratégia de afiliados não deve considerar apenas quantidade de seguidores ou histórico de vendas.

Para marcas e sellers, passa a ser cada vez mais importante encontrar uma combinação adequada entre produto, creator e público, aumentando as chances de o conteúdo gerar interesse e conversão.

Evolução dos Marketplaces

Palestrantes: Representantes da Amazon, Shopee, Mercado Livre, TikTok Shop, Magazine Luiza, Grupo Casas Bahia, Icomm Group, Privalia e Dafiti.

Mesmo com estratégias diferentes, os principais marketplaces apresentaram um ponto em comum: preço e variedade continuam importantes, mas já não são suficientes para garantir competitividade.

Na Shopee, 95% do que é vendido no Brasil vem de sellers nacionais, reforçando a importância da operação local e de uma logística capaz de acompanhar esse volume.

No Mercado Livre, o foco passou pela necessidade de adaptação constante diante das mudanças de mercado, tecnologia e comportamento do consumidor.

Já no TikTok Shop, a descoberta de produtos ganhou destaque. O consumidor nem sempre entra procurando algo específico: muitas vezes, conhece um produto por meio de um conteúdo e só depois desenvolve a intenção de compra.

No Magazine Luiza, a conveniência apareceu como parte importante dessa evolução. Diferentes possibilidades para comprar, receber ou retirar um produto ajudam a reduzir atritos durante a jornada.

O que todos esses aprendizados têm em comum?

As palestras trataram de assuntos diferentes, mas, juntas, ajudam a enxergar uma mudança maior na operação de quem vende online.

Áreas que antes podiam ser analisadas separadamente estão cada vez mais conectadas dentro da jornada de compra.

Conteúdo especializado

Aprender com cases, estratégias e experiências de empresas do setor

Novas tecnologias

Conhecer soluções que já estão sendo aplicadas no comércio digital

Visão de mercado

Identificar assuntos que estão ganhando relevância

Networking

Conversar com marketplaces, sellers, empresas e profissionais do setor

Novos negócios

Criar conexões que podem evoluir para projetos e parcerias

Na prática, isso significa que investir em apenas uma dessas áreas não resolve toda a operação.

Um seller pode ter bons anúncios, por exemplo, mas perder vendas por falta de estoque. Pode ter preço competitivo, mas enfrentar dificuldades logísticas. Ou pode entrar em um novo canal sem ter dados suficientes para entender se aquela expansão está realmente trazendo resultado.

O principal aprendizado é que crescer nos marketplaces exige olhar para a operação como um conjunto, entendendo o que precisa ser estruturado antes de adicionar novos canais, ferramentas ou estratégias.

O que a Seller espera dos marketplaces?

Depois de tudo que acompanhamos no Fórum, nossa leitura é que os marketplaces devem continuar ocupando um papel central no e-commerce. O que tende a mudar cada vez mais é a jornada que leva o consumidor até a compra.

Hoje, uma venda pode começar antes mesmo de o consumidor abrir um marketplace. Ele pode descobrir um produto em um vídeo, conhecer uma oferta por meio de um afiliado, comparar diferentes plataformas e decidir onde comprar com base em preço, prazo, disponibilidade e experiência.

Diante de tantas novidades, uma das decisões mais importantes é não confundir tendência com prioridade.

Fazer agora

Estruturar catálogo, margem, estoque, logística e indicadores

Testar

Canais e formatos que tenham relação com o produto e com o público

Acompanhar

IA aplicada à compra, live commerce e outras soluções ainda em evolução

Evitar

Entrar em uma novidade apenas porque outras empresas estão fazendo

Foi essa a principal leitura que trouxemos do Fórum: não se trata de fazer tudo o que apareceu nos palcos, mas de identificar quais movimentos realmente fazem sentido para cada momento da operação.

E é justamente esse trabalho que fazemos todos os dias na Seller House.

Quer entender quais oportunidades fazem sentido para a sua operação nos marketplaces?

Dúvidas comuns dos sellers depois do Fórum E-Commerce Brasil

Quais foram as principais tendências do Fórum E-Commerce Brasil 2026?

Entre os assuntos que mais se destacaram estiveram o avanço do social commerce e dos afiliados, o uso de dados para antecipar problemas, a diversificação dos canais de venda, a inteligência artificial e a busca por mais eficiência na operação. São movimentos que já começam a influenciar a forma como produtos são descobertos, vendidos e gerenciados no e-commerce.

Preciso fazer live para vender mais nos marketplaces?

A tendência é que as lives ganhem cada vez mais espaço no e-commerce, já que o formato vem mostrando potencial para gerar engajamento, descoberta de produtos e vendas. E o seller não precisa necessariamente aparecer: se não quiser produzir as lives internamente, pode trabalhar com creators e afiliados para apresentar e vender seus produtos.

Como usar a estratégia de afiliados nos marketplaces?

A estratégia começa pela escolha de criadores que tenham conexão com o seu produto e com o público que você quer atingir. A partir daí, os afiliados produzem conteúdos, recomendam os produtos e recebem comissão pelas vendas geradas. Para o seller, o principal é não buscar apenas muitos afiliados, mas encontrar creators com potencial real de gerar descoberta, confiança e venda.

Vale a pena vender em mais de um marketplace?

Sim. Vender em mais de um marketplace pode ampliar as oportunidades e diminuir a dependência de um único canal. Mas isso não significa que sua operação precise estar em todos. O ideal é analisar onde seu consumidor está e quais plataformas oferecem uma estrutura mais adequada para o seu produto.

O TikTok Shop já merece atenção dos sellers?

Sim. O TikTok Shop já merece entrar no radar, principalmente para produtos com potencial de descoberta por meio de vídeos, criadores e afiliados. A plataforma vem crescendo rapidamente no Brasil e combina conteúdo e compra dentro da mesma jornada, criando uma dinâmica diferente dos marketplaces mais tradicionais.

Como a reforma tributária pode impactar minha operação nos marketplaces?

A reforma pode alterar diretamente a formação dos preços, as margens, a relação com fornecedores e o fluxo de caixa da operação. Quem não estiver preparado pode acabar precificando de forma incorreta, reduzindo a margem sem perceber ou enfrentando maior pressão sobre o caixa.

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